
A jovem que pulou do carro na tarde de quarta-feira, 23, na rodovia vicinal Franklin Ricardo de Toledo, entre Tabapuã e Olímpia, e acabou morrendo e provocando a morte de um motorista de caminhão que capotou ao tentar desviar de seu corpo, teria cometido suicídio em razão de preconceito familiar.
Segundo familiares da adolescente de 15 anos, Luanna de Oliveira Grizostte, a jovem já tinha tentado o suicídio pelo menos uma vez e dizia que não queria mais viver por conta do preconceito familiar.
Luanna, a mãe e o padrasto seguiam para o sítio da família que fica em um bairro na zona rural de Tabapuã. No meio do caminho a menina decidiu saltar do carro em movimento. Um caminhão que vinha no sentido contrário não conseguiu desviar e acabou passando por cima da perna da adolescente que acabou morrendo no local. O motorista do caminhão, Ronaldo Antônio Pace, de 40 anos, ficou preso nas ferragens e também não resistiu aos ferimentos.
A mãe de Luanna, Rosana Barbosa de Oliveira, 47, pulou para tentar salvar a filha e sofreu ferimentos leves. O passageiro do caminhão, Evanil Donizeti de Osti, (47), e a mãe de menina foram socorridos até o hospital de Catanduva e passam bem.
O tio da adolescente, Dirceu Galego, disse que Luanna já tinha tentado se matar por causa do preconceito sofrido dentro de casa. “Os pais e os avôs não aceitavam as opiniões e as decisões dela. Foi aí que ela tomou calmante e agora se suicidou de uma forma tão trágica”.
Nas redes sociais, amigos demonstraram gestos de carinho e amor. Em um dos comentários deixados por uma amiga da menina em seu perfil pessoal, expressava verdadeiramente o que Luanna cometeu. “Sério mesmo, que você foi? Diz que é só um pesadelo que vai passar, nunca pensei que iria te ver partir, achou que resolveria seus problemas acabando com a própria vida. :/”.
O corpo de Luanna e do empresário Ronaldo Pace foram velados no cemitério Municipal de Tabapuã.




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