quinta-feira, 26 de maio de 2011

Os moradores da pequena Cravinhos amanhecem presos por um cadeados desconhecidos.

Os moradores da pequena Cravinhos amanhecem presos por um cadeados desconhecidos.
O trote virou caso de polícia. Já há dois suspeitos identificados e a polícia está atrás deles. Cadeados deixados abertos por descuido pelos moradores desaparecem de uma casa e aparecem em outra, só que fechados. “
A aposentada Lourdes Alexandre passou duas horas presa atrás do próprio portão. Só saiu de casa com a ajuda de um vizinho. Cinco dias depois, outro cadeado apareceu no mesmo portão. Enquanto ninguém é preso, João Gallo, 87, se desespera. A barbearia foi fechada sete vezes. Como se trancar a porta não bastasse, às vezes a brincadeira de mau gosto vai além. Na barbearia, fecharam o cadeado e jogaram as chaves por baixo da porta. Foi difícil para o Seu João alcançá-las. Quando ele conseguiu, levou outra surpresa: a chave não abre a tranca.Quem está fazendo a brincadeira troca os conjuntos. “É malandro mexer no que é dos outros”, comentou o barbeiro.O radialista Gustavo Amoroso é uma das vítimas. A cabine foi lacrada cinco vezes. “Eu cheguei para dar uma nota de falecimento. Eu fiquei preocupado, porque o enterro ia sair e eu não ia poder anunciar a nota de falecimento”, contou.Na delegacia, que também usa cadeado, o delegado demorou, mas descobriu como enquadrar o crime: perturbação do trabalho e do sossego alheio, com pena de três meses de prisão. “Existem pistas de que são duas pessoas que fazem isso. Foi passado por uma testemunha e vai ser aberta uma investigação para isso”, afirmou o delegado Renato Savério.

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