noite de segunda-feira (22). Oficialmente, segundo o tenente Emerson Coelho, da Polícia Militar, ninguém testemunhou o caso. Sem se identificar, moradores do distrito disseram que o pai, de 47 anos, teria discutido com o filho ainda dentro de casa, localizada atrás da Subprefeitura e a poucos metros do local dos tiros. O laudo preliminar da polícia indicou dois tiros: um na cabeça e um nas costas. Logo depois dos disparos, o autor fugiu. O Serviço de Atendimento Móvel de Emergência (Samu) compareceu ao local, mas o jovem já estava morto. Drogas Um irmão da vítima, que teve o nome preservado, disse que as brigas entre o jovem e seu pai vinham sendo constantes nos últimos tempos. "Ele tinha ameaçado meu pai de morte. Outro dia colocou fogo lá em casa e quebrou um monte de coisas", contou. De acordo com a polícia, as brigas entre os dois eram motivadas pelo uso de drogas pelo jovem. Ele também revelou ter encontrado cocaína no quarto dele. Para o tenente Coelho, da PM, apesar da suspeita, não é possível apontar o pai como o autor do crime em definitivo. Para Elaine Cristina da Silva, 33 anos, que mora em Bueno desde que nasceu, o local é considerado tranquilo e pacato para se viver. "Essa é a segunda vez que vejo alguém morto. A última vez faz mais de 10 anos. Desde então acho que não houve mais assassinatos por aqui".
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Um pai está sendo apontado pela polícia como principal suspeito da morte de um jovem de 21 anos, vítima de dois tiros na estrada Graciano da Ressurreição Afonso - exatamente no Centro do Distrito de Bueno de Andrada, a 12 quilômetros de Araraquara (SP). O fato aconteceu na
noite de segunda-feira (22). Oficialmente, segundo o tenente Emerson Coelho, da Polícia Militar, ninguém testemunhou o caso. Sem se identificar, moradores do distrito disseram que o pai, de 47 anos, teria discutido com o filho ainda dentro de casa, localizada atrás da Subprefeitura e a poucos metros do local dos tiros. O laudo preliminar da polícia indicou dois tiros: um na cabeça e um nas costas. Logo depois dos disparos, o autor fugiu. O Serviço de Atendimento Móvel de Emergência (Samu) compareceu ao local, mas o jovem já estava morto. Drogas Um irmão da vítima, que teve o nome preservado, disse que as brigas entre o jovem e seu pai vinham sendo constantes nos últimos tempos. "Ele tinha ameaçado meu pai de morte. Outro dia colocou fogo lá em casa e quebrou um monte de coisas", contou. De acordo com a polícia, as brigas entre os dois eram motivadas pelo uso de drogas pelo jovem. Ele também revelou ter encontrado cocaína no quarto dele. Para o tenente Coelho, da PM, apesar da suspeita, não é possível apontar o pai como o autor do crime em definitivo. Para Elaine Cristina da Silva, 33 anos, que mora em Bueno desde que nasceu, o local é considerado tranquilo e pacato para se viver. "Essa é a segunda vez que vejo alguém morto. A última vez faz mais de 10 anos. Desde então acho que não houve mais assassinatos por aqui".
noite de segunda-feira (22). Oficialmente, segundo o tenente Emerson Coelho, da Polícia Militar, ninguém testemunhou o caso. Sem se identificar, moradores do distrito disseram que o pai, de 47 anos, teria discutido com o filho ainda dentro de casa, localizada atrás da Subprefeitura e a poucos metros do local dos tiros. O laudo preliminar da polícia indicou dois tiros: um na cabeça e um nas costas. Logo depois dos disparos, o autor fugiu. O Serviço de Atendimento Móvel de Emergência (Samu) compareceu ao local, mas o jovem já estava morto. Drogas Um irmão da vítima, que teve o nome preservado, disse que as brigas entre o jovem e seu pai vinham sendo constantes nos últimos tempos. "Ele tinha ameaçado meu pai de morte. Outro dia colocou fogo lá em casa e quebrou um monte de coisas", contou. De acordo com a polícia, as brigas entre os dois eram motivadas pelo uso de drogas pelo jovem. Ele também revelou ter encontrado cocaína no quarto dele. Para o tenente Coelho, da PM, apesar da suspeita, não é possível apontar o pai como o autor do crime em definitivo. Para Elaine Cristina da Silva, 33 anos, que mora em Bueno desde que nasceu, o local é considerado tranquilo e pacato para se viver. "Essa é a segunda vez que vejo alguém morto. A última vez faz mais de 10 anos. Desde então acho que não houve mais assassinatos por aqui".
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